Quando o caminho atual não é mais satisfatório ao propósito desejado.
Neste momento, precisamos avaliar a necessidade de se reinventar, aprender com os erros e buscar um novo caminho. REFAZER A ROTA
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“Em 1983, um jovem talentoso foi expulso da sua banda da pior forma possível, a banda acabara de assinar um contrato e estava prestes a gravar seu primeiro disco.
Mas, deu um pé na bunda do guitarrista dias antes de começarem as gravações.
Sem preparação, sem discursão, sem drama: Um dia acordaram o cara e lhe entregaram uma passagem de volta pra casa.
No ônibus, voltando de Nova York para Los Angeles, o guitarrista não parava de se perguntar:
– Como isso aconteceu? O que eu fiz de errado? O que eu vou fazer agora?
A final, contratos de gravação não caem do céu. Ainda mais para bandas de metal barulhentas em início de carreira.”
E agora? Teria ele perdido a sua única chance?
Largaria tudo e viveria no lamento pro resto da vida?
Abraçaria uma garrafa de whisky e cavaria o mais fundo possível?
Ruminando este episódio por todo o caminho de volta pra casa “Quando chegou em Los Angeles, o guitarrista já tinha superado a autopiedade e decidiu formar uma nova banda de metal.
Passou meses recrutando os melhores instrumentistas que encontrava. Todos muito melhores que os ex-colegas da banda. Escreveu dezenas de músicas e ensaiou religiosamente. Em poucos anos a banda também, já tinha um contrato assinado.
Um ano depois, ganharia um disco de Ouro.
O guitarrista se chamava Dave Mustaine.
O seu projeto era a lendária banda de Have Metal Megadeth.
Venderam mais de 25 milhões de discos e fizeram várias turnês mundiais.
Hoje, Mustaine é considerado um dos nomes mais brilhantes e influentes da história do gênero musical.
Já a banda que o expulsou se chama METÁLICA que vendeu mais de 180 milhões de discos em todo o mundo e, que muitos consideram uma das melhores bandas de rock de todos os tempos”.
Este é um trecho do Livro “A sutil arte de apertar o foda-se” de Mark Manson.
>>> APRESENTAÇÃO >>>
Dos meus 13 aos 15 anos, comecei a trabalhar como auxiliar de estamparia em uma loja de Comunicação Visual. Não demorou muito e logo, logo já estava desenhando, fazendo telas e estampando algumas artes.
Metade do que eu ganhava era da minha mãe para ajudar nas despesas da casa, mas mesmo assim, consegui comprar minhas coisinhas.
Discos, livros, uma mochila da Company e minhas revistas da FLUIR.
Com o tempo, acabei criando minha própria marca de roupas, a BECA.
Algumas pessoas me chamam assim até hoje.
Eu vendia desde camisas, casacos, bonés, shorts, carteiras, suspensórios e cintos para amarrar livros e cadernos.
Tudo isso costurado a mão, fazia peça por peça, inclusive os bordados da marca, tudo bem artesanal.
Recebia várias encomendas, por se tratar de peças únicas e ao estilo …surfista em plena baixada.
O negócio cresceu e montei minha própria estamparia.
A marca crescia a cada dia e as camisas já eram as queridinhas entre os amigos.
Em um piscar de olhos, estava eu, me alistando e cumprindo as obrigações militares no Exército Brasileiro.
Não dava mais conta atender as encomendas e a marca acabou.
Depois do quartel eu fiz de tudo um pouco:
Fui Office Boy, marceneiro, peixeiro, vendedor de calçados, pintor de faixas, ajudante de pedreiro e,
de chapa de caminhão a Auxiliar de escritório em uma transportadora.
Fui auxiliar de Departamento Pessoal, Escriturário Fiscal, Auxiliar de Contabilidade.
Decidi então, que me formaria em Ciências Contábeis para dar seguimento a profissão.
Em 1998 um computador doméstico não era muito barato, mas, consegui um por uma pechincha para poder estudar. Comprei de um tio. Mas, só tinha um probleminha. O PC estava com vários BAD BLOCKs.
Badblock’s são faixas corrompidas no HD que não consegue gravar mais dados.
O Sistema inicial se perde se parte desta faixa for de inicialização da máquina.
Embora eu trabalhasse com computador para executar minhas tarefas. Não tinha ideia do que era um HD.
Contratei um técnico para fazer o “conserto” do computador e ele me disse o Óbvio. -O HD precisa ser substituído.
Comprei um novo HD e aguardei o retorno de técnico, que não apareceu até hoje, poucas pessoas trabalhavam com montagem e manutenção de computadores na época.
Até aquele momento, o computador era apenas um artigo decorativo na sala de casa.
O tempo foi passando, fui ficando cada vez mais irado e frustrado e, acabei tomando uma decisão:
– Vou fazer um curso de Montagem e manutenção de computadores.
Passei 6 meses estudando e praticando, acabei o curso e, eu mesmo consertei o computador.
Passei a atuar na área de tecnologia da empresa, desenvolvendo vários projetos, implantações e inovando, sempre.
Fiz contato com muita gente da área e um desses contatos é meu amigo até hoje.
Ele também foi estagiário na empresa que implantou o LINUX no escritório e, hoje toca sua própria empresa de Tecnologia e Gestão.
Continuei como Helpdesk por alguns anos, fiz vários cursos e upgrade na área.
A faculdade de Ciências Contábeis foi ficando cada vez mais distante e, me dediquei aos cursos de:
Administração de redes da CISCO; Faculdades de Sistema da Informação; Gestão em Tecnologia da Informação e Tecnologia de Sistema da Computação.
Acabei não concluindo alguns destes cursos… Um problema comum para mentes criativas.
Mas isso é assunto para um outro episódio em específico.
Antes de me tornar um microempreendedor e largar mão de de 13º, férias e dissídios.
Eu pensei bastante por várias noites seguidas. RECALCULANDO A ROTA
Rascunhando riscos e prováveis sucessos, tudo isso, sozinho e com várias noites sem dormir.
Convicto da minha decisão, anotei a proposta em uma das minhas agendas e solicitei uma reunião com a diretoria da empresa.
Recebi uma contraproposta e finalmente fechamos um acordo.
A partir daquele momento, deixaria de ser empregado para me tornar um prestador de serviços.
A KazimmTI está na ativa até hoje e já passamos por várias remodelagens, sempre presando pela qualidade e no zelo com os clientes.
>>>REFLEXÃO>>>
“Você já deve ter visto estas frases de empoderamento na Internet que nos vendem uma ideia de que o mundo é um “mega buffet” e alcançar o sucesso só depende de nós, como se tudo fosse apenas uma questão de esforço.
A existência humana é caracterizada por uma luta constante para encontrar significado e propósito em um mundo sem sentido. E, é através dessa luta que podemos alcançar uma sensação de realização e felicidade, porque somos capazes de criar nossos próprios significados.”
Este é um trecho de uma matéria na “The breve New Life” – Como tomar decisões difíceis.
“O existencialismo de Sartre é uma corrente filosófica que enfatiza a liberdade e a responsabilidade individual na criação de significado e “propósito na vida”.
PROPÓSITO…
>>>
Já o Propósito é o sentido, a finalidade ou o objetivo que guia a vida de alguém, conectando valores e paixões com ações, seja para alcançar metas pessoais, contribuir para algo maior ou deixar um legado significativo, dando direção e significado profundo à existência. Encontrar o propósito envolve autoconhecimento, paixões, valores e o impacto desejado, funcionando como um motor para enfrentar desafios e buscar realização.
Estamos permanentemente sendo cobrados, ou por nós mesmos ou, principalmente, pela sociedade.
Estar no posto de “Empresário bem-sucedido” Não quer dizer que você precise faturar milhares de reais,
morar em uma mansão, ter carros milionários e milhões de seguidores.
Estar bem-sucedido é estar satisfeito e tocando sua vida ou o seu negócio com o mesmo vigor desde a sua criação.
As dificuldades virão e, com elas o desânimos e frustrações.
Estes são os desafios, obstáculos da caminhada empreendedora e precisam ser superados.
Agora, vamos retornar ao criador da banda Megadeph.
Embora Dave Mustaine tenha sido bem-sucedido com a sua nova banda, transformado um infeliz incidente em algo positivo.
Ele ainda se considerava um fracassado.
O Propósito estabelecido por Dave, o objetivo principal, era a vingança.
Ele deseja ser mais popular e mais aceito que o Metálica.
Em estudos mais profundos, descobri que Dave tinha problemas com drogas e esse foi um dos motivos da sua “saída” da banda.
Ter uma empresa ou alguém como parâmetro não é algo ruim, desde que você siga seus objetivos e tenha a empresa ou o empresário como referência, um norte.
Ser melhor ou superar é uma consequência.
Com objetivo certo, limpo e focado podemos chegar ou superar nossas próprias expectativas.
Com muita raiva e frustrado por implorar para que alguém consertasse o meu computador, superei a frustração e decidi agir. Larguei o curso de Técnico em Contabilidade e entrei um uma área totalmente nova.
O que parecia estranho e inalcançável, acabou por se tornar uma paixão.
E não existe nada melhor que trabalhar com prazer, fazendo o que gosta. E, o melhor de tudo, ganhar dinheiro com isso!
Site: https://oguiadomicroempreendedor.com.br/
Kazimm.ti: https://kazimm.com.br/
Spotify: Link no Spotify: https://open.spotify.com/episode/26JXEMCRQmZDDFb7s8aso7?si=a_Z2JvMsQmyWTAuEd27wew
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